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Mafra – Almoço de Natal e Visita ao Palácio

O mês de Dezembro todo ele cheira a Natal, e logo no inicio do mês começou o reboliço dos festejos de Natal entre amigos. Pois que o Natal é da família como costumam dizer, e para eles está reservada a consoada, mas os amigos são a família que escolhemos e durante o mês há que encontrar tempo na agenda para os vários almoços e jantares entre amigos. IMG_0040_Fotor.jpg

No sábado foi o almoço de Natal do “famoso” Grupo dos 11, não conhecem? falo sobre eles Aqui. Fomos almoçar a Mafra ao restaurante Sete Sóis e depois visitámos o Palácio Nacional de Mafra.

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 Comi pela primeira vez ensopado de veado, é bom mas não fiquei fã.

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E agora, vamos ao Palácio. Mandado construir no século XVIII pelo Rei D. João V em cumprimento de um voto para obter sucessão do seu casamento com D. Maria Ana de Áustria ou a cura de uma doença de que sofria, o Palácio Nacional de Mafra é o mais importante monumento do barroco em Portugal. 2015-12-19 17_Fotor.jpg
Construído em pedra lioz da região, o edifício ocupa uma área de perto de quatro hectares (37.790 m2), compreendendo 1200 divisões, mais de 4700 portas e janelas, 156 escadarias e 29 pátios e saguões. Tal magnificência só foi possível devido ao ouro do Brasil, que permitiu ao Monarca por em prática uma política mecenática e de reforço da autoridade régia.

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Para a Real Obra de Mafra, encomendou o Rei obras de escultura e pintura de grandes mestres italianos e portugueses, bem como, em França e Itália, todos os paramentos e alfaias religiosas. Na Flandres, encomendou ainda dois carrilhões com 92 sinos, que constituem o maior conjunto histórico do mundo.

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No reinado de D. José I foi criada aqui uma importante Escola de Escultura, sob a direcção do mestre italiano Alessandro Giusti, de que são exemplo os retábulos de mármore da Basílica. 

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Este monumento possui uma das mais importantes bibliotecas europeias com um valioso acervo de 36.000 volumes, que abrange todas as áreas de estudo do séc. XVIII. Nunca tendo sido residência permanente da Família Real, o Palácio de Mafra foi até ao fim da monarquia frequentemente visitado pelos monarcas, que aqui vinham celebrar algumas festas religiosas ou caçar na Tapada. 

2015-12-19 17_Fotor5.jpgFoi também em Mafra que o último Rei de Portugal, D. Manuel II passou a sua última noite no país antes da sua partida para o exílio quando da implantação da República, a 5 de Outubro de 1910. Decretado Monumento Nacional a 10 -01-1907 e pelo Decreto de 16-6-1910, o Paço Real é transformado em museu, abrindo logo em 1911 com a designação de Palácio Nacional de Mafra que mantém até hoje. O Convento foi incorporado na Fazenda Nacional quando da extinção das ordens religiosas em Portugal, a 30 de Maio de 1834 e, desde 1841 até aos nossos dias, foi sucessivamente ocupado por diversos regimentos militares, sendo desde 1890 sede da Escola Prática de Infantaria.

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E como não podia deixar de ser, aqui fica a árvore de Natal do Palácio.

Se visitarem o Palácio no inverno, aconselho a fazerem a visita durante a manhã por causa da luz, fomos depois das 16 horas e algumas salas estavam bastante escuras. A visita tem a duração aproximada de 1h30m.

 

Espero que tenham gostado, Bons Passeios e até ao próximo Post.

 

 

Info:

Bilhetes

– Circuito integral: € 6,00 (c. 1.h30h)
– Circuito Arte Sacra, Núcleo Conventual e Basílica: € 2,00 (c.45mn)
– Visita aos terraços por marcação prévia (mín.5/máx.12 pessoas): € 5,00 por pessoa

 Entrada Gratuita

– 1ºs Domingos do mês, para visitas individuais ou grupos até 12 pessoas inclusive
– Crianças até aos 12 anos

 

Visitas guiadas e/ou com animação (sob marcação prévia com 48h de antecedência) – Telf. 261 817 550/ 261 817 554; e-mail: geral@pnmafra.dgpc.pt/servicoseducativos@pnmafra.dgpc.pt