Jardim da Fundação Calouste Gulbenkian

História

Já imaginaram explorar fauna e flora no centro de Lisboa? Aqui encontram mais de 230 espécies de flora e 43 espécies de aves. De todos os jardins que existem em Lisboa, este é um dos meus favoritos. Tenho memórias muito boas aqui. De passeios de fim de semana, e piqueniques de muita diversão em família.

O projeto do Jardim da Fundação Calouste Gulbenkian é da autoria dos arquitetos paisagistas António Viana Barreto e Gonçalo Ribeiro Telles. O jardim foi construído na década de 60. E Em 2002 foi levado a cabo um novo projeto de reabilitação da autoria de Gonçalo Ribeiro Telles, que terminou em 2012.

Visitar

Existem várias formas de visitar o Jardim. Podem fazê-lo de forma autónoma. Ou através de visitas guiadas e temáticas. E ainda de forma virtual.

Percursos Sugeridos (para fazer de forma autónoma)

No site, encontram percursos sugeridos pelo arquiteto paisagista Gonçalo Ribeiro Telles. Estes são os percursos, que melhor definem os princípios  que estiveram na base da conceção do jardim. No site da fundação podem fazer o download do mapa de cada percurso. (Basta clicarem em cima de cada percurso para irem diretamente para o site da Fundação).

Existem ainda outras sugestões de percursos

Visitas Virtuais

Uma visita virtual não se compara com estar no meio da natureza, à sombra de uma árvore ou a ouvir o som da água e dos pássaros. Mas se fazer uma visita presencial, não é para vocês uma opção também podem visitar o jardim de forma virtual.

Visitas Guiadas e Atividades

Existem várias visitas guiadas, e várias atividades ao longo de todo o ano. Que incluem concertos, oficinas, cursos e projetos especiais. A melhor forma de se manterem sempre a par da agenda cultural do jardim e da fundação é assinarem a newsletter.

Informações e contactos

Morada

Av. de Berna 45A  1067-001 Lisboa

Tel.: 217 823 000

Site

Gulbenkien.pt

Horário

Aberto todos os dias, do nascer ao pôr-do-sol

Preço

Entrada gratuita

 

Espero que tenham gostado, Bons passeios, boas viagens e até ao próximo artigo.

Sónia Justo

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